BLOG DE AVENTURAS

Loading...

sexta-feira, 27 de julho de 2012

EMBU DAS ARTES E DA CULTURA DE SÃO PAULO. VALE A PENA VISITÁ-LO NUM FINAL DE SEMANA !!



A cidade, distante cerca de trinta quilômetros da capital paulista, foi chamada de "Embu" até 2011, quando então uma verdadeira revolução cultural e artística transformou o local, modificando até mesmo seu nome para "Embu das Artes".

Desde esse dia, uma avalanche humana, todos os finais de semana, chega a Embu à procura de sua principal atração: as peças de artesanato e antiguidades vendidas nas lojinhas do Centro Histórico ou expostas nos ateliers da Avenida Elias Yazbek, na entrada da cidade.



Na Viela das Lavadeiras, uma residência do século XVIII mantém-se móveis do período colonial, como aparadores e escrivaninhas, além de várias obras de arte. Peças valiosas, como algumas de Aleijadinho e Mestre Ataíde ficam no acervo particular da casa e apenas colecionadores pode ter acesso.

Na Rua Nossa Senhora do Rosário, 116, no Centro Histórico, encontra-se "O Aramaico", atelier onde são expostas peças originais do século XIX, como um altar vindo de Santa Catarina que pertenceu a uma baronesa da época.

No antiquário "Empório São Pedro" o espaço é dividido com um restaurante, onde quase tudo está à venda, dos pratos e baixelas aos móveis. Entre as peças, há cristaleiras de farmácia e uma mesa de jantar de 16 lugares, do século XVIII.

Móveis originais vindos da Índia e Egito, além de louças e lustres de cristais importados podem ser encontrados no "Engenho Velho Móveis"". A variedade de objetos impressiona. Há cortinas e móbiles de fadas, borboletas, miçangas e fuxicos assim como esculturas do Divino Espírito Santo e cabideiros. Há também luminárias importadas do Marrocos e da índia entre outras delicadezas.



Atrações históricas você também encontra no Embu das Arte, como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, construída de taipa de pilão em 1690, trata-se de um dos mais importantes e preservados remanescentes das construções jesuíticas em São Paulo, caracterizados pela simplicidade das suas linhas retas, a igreja abriga um dos maiores acervos do país em santo de roça, que são imagens articuladas de madeira produzidas  entre os séculos XVII e XIX, enfeitados  com cabelo humano e acessórios sacros. Na visita interna guiada e realizada apenas aos domingos, você pode ver também diversas esculturas de santos em terracota; conhecer um órgão do século XVIII feito por índios e ainda um belo altar-mor totalmente folheado a ouro. A igreja foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional devido a sua arquitetura que apresenta particularidades de estilo barroco paulista.



Os índios também tem sua vez na cidade e para homenageá-los existe um belíssimo museu onde são expostos diversos objetos usados por eles no Xingu. Há desde brinquedos, adornos, utensílios domésticos e armas, até uma zarabatana construída com 4,6 metros de comprimento. 

Aos domingos, Embu das Artes recebe tantos visitantes que chega a provocar imensas filas nas ruas, lojas e restaurantes ao redor de seu Centro Histórico.

A feira de artesanato realizada apenas aos domingos espalha-se pelas redondezas com barraquinhas que vendem, cada uma delas, um pouco de tudo, além de uma infinidade de lojinhas expondo de obras de artes até réplicas produzidas em Minas Gerais.

Para visitar a cidade com mais calma, a dica é reservar um dia útil (ou mesmo um sábado), quando há menos barracas e menor movimento de público. Deixe o automóvel num dos estacionamentos próximos à área central e faça o percurso a pé.


Como Embu das Artes fica somente 30 km de São Paulo, não há necessidade de se hospedar na cidade para visitá-la, porém, quem desejar conhecê-la mais tranquilamente poderá pernoitar no Hotel Rancho Silvestre, um lugar cercado de verde com variada área de lazer, como minigolfe, quadras, trilhas e um complexo de piscinas (adulto, criança, hidro e térmica coberta), tudo isso a apenas 3 km do Centro Histórico.


COMO CHEGAR ---------------------------------------------------------

Embu das Artes fica a apenas trinta minutos do Centro de São Paulo e a melhor maneira de chegar lá é através da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) que pode-se pegar a partir da Marginal do Rio Pinheiros, em plena São Paulo.


Divulgação :  AVENTURAS DO RIO ***




Um comentário:

VALL FREIRE disse...

Já estive lá... é muito bacana!